Arazede 2 – 1 FCOH

Mais vitórias morais, não!

Mais um jogo sofrido, bem disputado, mais uma derrota injustificável, com um sentimento de balde de água fria.

Um jogo com poucas oportunidades genuínas de golo, com algumas bolas ao ferro de ambas as equipas, com defesas fixas, sem muita pressão. Destaque para Rui Fontes, guarda-redes do FCOH, que fez algumas defesas de encher o olho, e que levou o resultado para intervalo fixado em 0-0.

A segunda parte mostrou duas equipas relativamente mais atacantes, com vários contra-ataques, e o golo do Arazede, numa infelicidade de José Dinis, que marcou um auto-golo.

A equipa do FCOH lutou para garantir o empate, mas foi a Arazede que voltou a marcar, num erro defensivo de Diogo Brantuas, a deitar por terra as aspirações da equipa visitante.

O FCOH ainda marcou o 2-1 no último minuto, por Milé, mas já não havia tempo para garantir pontos.

Destaque para alguns erros do árbitro, principalmente a beneficiar as 2 primeiras faltas da Arazede, numa atitude bastante amadora com a mesa e a mostrar 2 cartões azuis seguidos a Milé, ficando o FCOH reduzido a 4 jogadores durante 4 minutos.

 

Fux

Bom Ambiente do Balneário

Apesar dos resultados menos positivos, a união entre os jogadores e treinador continua completamente intacta, a confiança e amizade é bem visível.

Força Oliveira!!

FCOH 3 – 4 U. Entrocamento

Atitude, parte III.

Mais um jogo suado, extremamente emotivo, e mais um desaire para o FCOH.

Começou mal para a equipa da casa, com o Entrocamento a marcar primeiro, apresentando um jogo rápido e táctico, com transições e bloqueios efectivos. Daí surgiu o golo. No entanto, o FCOH reagiu, defendendo bem e alcançando a baliza do Entroncamento várias vezes. Com ataques constantes, marcou 3 golos de belo efeito, 1 deles de livre directo. Nota para a rigorosidade do árbitro, que mostrou vários cartões azuis ás duas equipas, e consequentes livres directos.

Ao intervalo, registava-se o 3-1 para o FCOH, com golos de Diogo Veloso, Ricardo Amaro e Milé.

A segunda parte registou uma superioridade da equipa do Entrocamento, que aliado á confusão defensiva do FCOH, conseguiu igualar a partida a 3-3 e a partir daí, dominou a posse de bola. Sempre atacante, conseguiu o 3-4, em contra ataque, e provocou o declínio psicológico da jovem equipa da casa.

Uma partida bastante bem disputada, com emoção até ao fim, entre duas equipas com características semelhantes.

 

Fux

FCOH 3 – 5 União Micaelense

Primeiro jogo em casa, derrota concedida aos açorianos.

Após um jogo desinspirado, com pouca qualidade de hóquei praticada, o FCOH concedeu a segunda derrota seguida no mesmo número de jornadas. Bastantes dificuldades de patinagem num campo extremamente escorregadio, jogo lento praticado pela U. Micaelense, falta de inspiração dos nossos atletas, foram os ingredientes de um jogo penoso, que teve talvez em dois golos de grande qualidade (FCOH e U. Micaelense) os pontos altos.

A U. Micaelense entrou a mandar no jogo, aplicando um ritmo lento, levando os jogadores do FCOH a desconcentrarem-se e a não ter um fio de jogo. Daqui surgiu, naturalmente, o golo, que se expandiu ao 3-0, resultado ao intervalo, favorável á U. Micaelense.

Na segunda parte, o FCOH voltou a demonstrar atitude, tal como no jogo contra o Sismaria, e conseguiu o empate a 3-3, prevendo uma alteração do vencedor da partida. No entanto, voltou a adormecer, e permitiu o 4-3 da U. Micaelense, jogando atrás do golo o resto da partida, mais com coração do que com cabeça. A U. Micaelense mantinha a posse de bola, e num remate de longe, fez o 5-3, para desânimo dos adeptos do FCOH.

Apesar de tudo, a atitude demonstrada pelos jogadores do FCOH na segunda parte é um ponto positivo, que neste momento parece estar entre altos e baixos.

Vamos esperar para perceber se realmente a equipa pega de estaca e consegue pontuar para garantir o objectivo do meio da tabela.

O árbitro esteve bem, apesar de algo pendente para o lado do FCOH, sendo notória a dificuldade de patinagem como razão para a maioria das faltas marcadas.

Os autores dos golos do FCOH foram Milé (2) e Ricardo Amaro.

Fux

Sismaria 7-6 FCOH

Primeiro jogo de época, primeiros problemas de organização. Após meia hora sem árbitro, acabou por se descobrir um treinador que aceitou apitar o jogo á ultima da hora. Um sacrifício, sem dúvida, como se viria a descobrir depois.

O jogo terminou com o resultado de 7-6, bastante justo, com duas partes desequilibradas de parte a parte. A primeira parte foi praticamente toda dominada pelo Sismaria, que conseguiu atacar e manter a posse de bola, salvo alguns contra-ataques do FCOH, que resultaram em golo. Ao intervalo, o placar mostrava 6-3 para o Sismaria, com os golos do FCOH a pertencerem a Diogo Veloso (2) e Milé.

A segunda parte mostrou um FCOH completamente renovado, com ataques constantes á baliza do Sismaria, que, talvez impressionado pela rapidez da mudança de jogo, se mostrou bastante desconcentrado. O FCOH conseguiu o empate a 6 bolas, com golos de Milé, Diogo Veloso e Alexandre Pais, mas a 1:45 minutos do final da partida, o golo do Sismaria acabaria por chegar e fechar a contagem em 7-6.

Uma bela partida, com emoção até ao fim. O público presente fez-se notar, maioritariamente da casa, e provocou um bom ambiente.

O árbitro teve alguma influência na partida, como por exemplo na marcação de uma grande penalidade a favor do FCOH, após um jogador do Sismaria ter elevado a bola acima do ombro dentro de área. Com as novas regras, marca-se falta de canto, no entanto, o árbitro decidiu a marcação de grande penalidade, e consequente golo de Milé. Outro factor de importância foi a passividade em relação a faltas claras, dos dois lados, que passaram impunes.

A estreia de Diogo Brantuas no banco do FCOH foi bastante positiva, com alterações constantes de jogadores em campo, refrescando a equipa em momentos-chave. A determinação táctica e a motivação dos jogadores foram uma constante ao longo dos 50 minutos de jogo. O ponto fulcral, penso, foi a alteração da marcação homem-a-homem pressionante a meio campo para uma marcação homem-a-homem mais alargada, no início da segunda parte, que provocou a tal desconcentração do Sismaria.

 

Fux